IMPORTANTE: ESTOU REPASSANDO ESSE E-MAIL ENVIADO PELO CROSP COM INFORMAÇÕES IMPORTANTES PARA DENTISTAS, PROFISSIONAIS E ACADÊMICOS NA ÁREA DA SAÚDE E PARA A POPULAÇÃO EM GERAL

CONSELHO REGIONAL DE ODONTOLOGIA DE SÃO PAULO
Colega Cirurgião-Dentista
Por um equívoco na editoração do e-mail enviado anteriormente, temos a esclarecer que os profissionais devem se atualizarem com as informações oriundas do manual:
“Diretrizes para o Enfrentamento à Pandemia da Influenza A (H1N1) - Ações de Atenção primária a Saúde” com data de 27/07/2009, cujo teor será atualizado semanalmente, conforme nota do próprio Ministério da Saúde.
“A atualização do perfil epidemiológico brasileiro ocorrerá semanalmente, na quarta-feira, com base nas informações disponíveis no Sinan, e poderá ser pesquisada no site do Ministério da Saúde: www.saude.gov.br.”
CROSP no combate à Gripe A
O CROSP, preocupado com o aumento do número de casos da Gripe A (H1N1), está enviando nota de esclarecimento, a fim de informar a todos sobre as formas de contaminação e prevenção e evitar que o vírus se dissemine entre os cirurgiões-dentistas e a população. Por se tratar de uma doença que já está circulando no país e que a cada dia novos casos são notificados, estamos disponibilizando o site do Ministério da Saúde e de outras instituições nacionais e internacionais, para que nossos colegas possam acompanhar de perto as notícias sobre a Gripe H1N1.
É o seu Conselho sempre preocupado com você!
O QUE É
É uma doença respiratória aguda (gripe), causada pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo de influenza é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio da tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.
É TRANSMITIDA:
- Forma Direta – uma pessoa infectada espirra ou tosse perto de você e a partícula do vírus é inalada.
- Forma Indireta – uma pessoa infectada toca em alguma coisa depois de ter espirrado ou tossido com a mão na frente da boca; você toca o mesmo objeto e leva suas mãos ao nariz ou à boca e o vírus entra no organismo.
COMO PREVENIR
- Evitar locais fechados e aglomerações
- Lavar as mãos com frequência, usando água e sabão
- Procurar não tocar a boca, nariz e olhos
TEM CURA?
Sim. Tratamento com antivirais, que devem ser tomados só por recomendação médica. Dois deles, Tamiflu e Relenza, são eficazes se tomados logo após os primeiros sintomas.
GRUPOS DE RISCO
- Idosos acima de 60 anos de idade
- Crianças com menos de 2 anos de idade
- Gestantes, diabéticos, cardíacos, pacientes com câncer, com aids e anemia
- Obesos e doentes pulmonares crônicos
Período de transmissão da Influenza A (H1N 1) Adultos: um dia antes até o 7º dia de início dos sintomas. Crianças (menores de 12 anos): um dia antes até o 14º dia de início dos sintomas. |
Durante o período de transmissibilidade, a população deve ser orientada para:
- Evitar aglomerações de pessoas e permanecer preferencialmente no domicílio;
- Adotar as medidas de etiqueta respiratória (cobrir a boca e nariz ao espirrar e tossir, evitar atingir outras pessoas com secreção respiratória) e higiene das mãos após tossir ou espirrar;
- Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal que possam constituir formas para transmissão de secreção respiratória;
- Evitar tocar olhos, nariz ou boca;
- Lavar o rosto quando houver secreção respiratória evidente;
- Manter o ambiente ventilado;
- Evitar contato próximo com pessoas;
- Verificar e anotar temperatura corporal diariamente, ou sempre que sentir que houve aumento da mesma, mesmo após o uso de antitérmico. Se houver persistência ou piora da febre, entrar em contato com o médico assistente da UBS ou Hospital Referência.
Sites que trazem informações sobre a Gripe A
Disque Saúde: 0800-61-1997 |
Portal Oficial sobre Influenza portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1534
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SITES OFICIAIS NACIONAIS Ministério da Saúde www.saude.gov.br |
Diretrizes para o Enfrentamento à Pandemia da Influenza A (H1N1) Ações de Atenção primária a Saúde / Ministério da Saúde - 27.07.2009 http://dtr2004.saude.gov.br/dab/docs/geral/h1n1_acoes_aps.pdf NOTA: Não considerar no e-mail anterior o Plano de Preparação… e sim “Diretrizes para o Enfrentamento à Pandemia da Influenza A (H1N1)”
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Secretaria de Vigilância em Saúde www.saude.gov.br/svs |
SITES OFICIAIS INTERNACIONAIS |
Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde/SP www.cve.saude.sp.gov.br |
Organização Mundial da Saúde (em inglês) www.who.int/csr/disease/swineflu/en/index.html
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Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br |
Organização Panamericana de Saúde (em espanhol) new.paho.org/hq/index.php?lang=es |
PROCEDIMENTOS EM RELAÇÃO AOS PACIENTES
Segundo o Prof. Dr. Marcos Boulos, diretor da Faculdade de Medicina da USP, os cirurgiões-dentistas devem tomar algumas providências em sua atividade profissional a fim de evitar que a Gripe A se propague. As orientações foram dadas a pedido do presidente do CROSP, Dr. Emil Adib Razuk.
Quais as ações que o cirurgião-dentista deve adotar em sua clínica rotineira, face á epidemia da Influenza A?
Resposta – As ações são as que rotineiramente o cirurgião-dentista já executa: usar máscara e luvas no atendimento.
Quais as ações que o cirurgião-dentista deve adotar se for procurado por um paciente com sintomas de gripe?
Resposta - Solicitar que não venha ao consultório enquanto estiver gripado.
Em relação à biossegurança e equipamentos de proteção individual, qual a orientação que o cirurgião-dentista deve seguir? Em relação às máscaras, qual deve ser a conduta?
Resposta - A máscara deve ser utilizada durante o tratamento, pois o contágio inicia-se antes dos sintomas típicos da doença. Como o vírus pode permanecer algumas horas em superfícies, lembrar sempre de lavar as mãos com frequência.
No caso de atender um paciente com queixas característiicas da Influenza tipo A, quais as ações adotadas pelo cirurgião-dentista?
Resposta - Não atender o paciente, sugerir que o mesmo permaneça em repouso até o desaparecimento dos sintomas e, se por ventura apresentar falta de ar ou se a febre se prolongar, procurar assistência médica.
IMPORTANTE: O CROSP recomenda que o cirurgião-dentista use máscaras utilizadas normalmente para a proteção contra o bacilo da tuberculose.
Máscaras de proteção respiratória (respirador particulado) com eficácia mínima na filtração de 95% de partículas de até 0,3µ (tipo N95, N99, N100, PFF2 ou PFF3).